Assim Caminha a Humanidade...


Coragem X Necessidade X Vontade

Às vezes,na vida, é necessário ter muita coragem. Coragem para travessar os dias. Coragem para decidir não atravessar até a outra margem do rio. Coragem de, no mesmo instante, desistir de tudo, jogar tudo pro alto e mudar esse mesmo tudo. Coragem de permanecer quietinho, esperando a chuva passar, enquanto ouve, de baixo do edredon, o barulho que os pingos produzem ao alcançar o chão de cimento.

Para se ter coragem, porém, é necessário, sobretudo, se ter vontade. E saber o que se quer. E entender o mundo, pra seguir a vida, fazendo escolhas, percorrendo caminhos e clalculando os possíveis riscos. É, dá muito trabalho ter coragem. Ou será que o que dá muito trabalho é simplesmente viver? E vivendo, já se tem muita coragem...



Escrito por Danth às 22h16
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Olá! Sei que levei algum tempo sem postar aqui, mas agora tô de volta. Bom, como vcs já viram, o "Assim Caminha..." tá de cara nova. É, algumas coisas mudam, outras nem tanto. Por isso, o post de hj. Sei que alguns de vcs já o receberam em formato de e-mail, mas por se tratar de um assunto importante, fiz questão de ratificar aqui:

 

Mande um cartão vermelho para o racismo no futebol!

 

Pessoal,

Muitos de vocês devem estar sabendo dos últimos acontecimentos que fizeram do futebol mundial mais um palco para o racismo. Esta onda culminou esta semana com a prisão de um jogador argentino da equipe do Quilmes, por ter ofendido com palavras de cunho racista um jogador do São Paulo durante uma partida entre os dois times. Numa atitude até então indédita no país, um delegado de polícia decretou voz de prisão ao jogador argentino ainda dentro de campo. O jogador são paulino entrou com uma ação na justiça e o argentino continua preso numa delagacia da capital paulista aguardando o resultado do pedido de "habeas corpus" impetrado por seus advogados. A repercussão do fato atingiu proporções internacionais, sendo noticiado por veículos de comunicação, inclusive da Europa, continente onde jogadores brasileiros têm sido alvos de constantes manifestações racistas já há alguns meses. Pouquíssimas coisas foram feitas até agora por parte das entidades internacionais de futebol para pôr um fim a essas atitudes.

Foi diante deste cenário, que o Ibase - Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas -, instituição sem fins lucrativos fundada pelo falecido sociólogo Herbet de Souza, o Betinho, lançou a campanha "Mande um cartão vermelho para o racismo no futebol!", esforço conjunto que utiliza a Internet como meio para sensibilizar entidades internacionais como a FIFA, a UEFA e a Real Federação Espanhola de Futebol para que tomem atitudes mais enérgicas e eficazes a fim de reverter o quadro atual. Através do site www.racismonofutebol.org.br, você também pode mandar sua mensagem e engrossar a fileira na luta contra o racismo no mundo.

Bom, fica aqui o toque para vocês, mesmo aqueles que não gostam de futebol, mas que acham que o racismo deve ser combatido em todas as suas frentes. Eu já mandei a minha mensagem. Mande voce também a sua!

Visitem e conheçam: www.ibase.org.br

Um abraço,

Daniel

 



Escrito por Danth às 16h13
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Desabafos...

 

Qual a melhor hora, qual o melhor momento para escrever? Acho que, quase invariavelmente, é quando se tem algo a dizer...ou não? É, sob outra perspectiva, podemos lembrar do poeta: ‘...e encher de vãs palavras muitas páginas e de mais confusão as prateleiras...”

Mas, inclusive, concordando com o autor de “Esse Cara”, acho que o melhor momento é este agora, enquanto me encontro sozinho, escondido atrás de refúgios distantes de minh’alma...quando mais sentimos a sofreguidão se espalhar por entre os nós dos dedos, nas entranhas, nos estragos, nos remendos. É quando estamos mais sóbrios e mais bêbados. Quando estamos a um passo do Paraíso e a meio do inferno.

Sinto tanta falta de dizer quem sou, de explorar minhas terras, minha geografia, meu Mapa-múndi. Berro insistentemente diante de mim mesmo, chamo, chamo, chamo...conclamo quem há por perto. Espero até que o dia amanheça e entrego em mãos o envelope que encarcera o segredo, o sagrado se-gre-ga-do.

Cada passo, cada astro, cada essência. Cada rua, cada lua, cada muito desgosto sofrido. Muitos desejos traídos, muitos pensamentos vãos. Até a linha do horizonte, eu sei que eu chego. A cada passo, medo de se tornar cruel, de se tornar mortal. A cada nova descoberta, a cada tua garantia incerta, quero ser o alvo em que atiras, em que mergulhas, no que firmas. Mais dias ou em menos minutos, eu absoluto, me curvo, me deixo, me esvazio. Vamos esperar o raiar do dia...vamos sorrir enquanto há tempo...ah, estes pobres pressentimentos, estes lindos momentos lentos, onde sobram luz, razão e afeto; onde há eu e você, tão espertos quanto o despertar, mas longe de alcançar o horizonte: do mar, da estante...neste minuto, neste vão e puro momento, debruça-se sobre mim o arrependimento...e quem nunca errou assim, que atire a primeira pedra!



Escrito por Danth às 06h31
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Na Era da Desinformação

 

No início deste mês, fomos brindados com mais um episódio Imprensa x Privacidade, o que nos dá maior número de ferramentas para discutirmos mais de perto e mais seriamente este fenômeno. Voltando a 1997, temos o emblemático acidente que ocasionou a morte da Princesa Diana, ocupante do carro que, a muitos quilômetros por hora, tentava escapar da mira das lentes dos papparazzi. O acidente levantou a discussão de qual é realmente o papel da imprensa. E mais: quais seriam os critérios para que um fato seja considerado notícia – será que apenas satisfazer a curiosidade do público basta como argumento para atitudes, por vezes, impensadas e caçadas desenfreadas resultando em morte? Qual o limite da imprensa?

O fato mais recente, ocorrido em solo tupiniquim e que veio pôr mais lenha na fogueira, foi a publicação das fotos do compositor Chico Buarque de Hollanda numa praia do Rio de Janeiro, acompanhado por uma mulher casada. As primeiras revistas a publicarem as fotos foram Contigo! (Abril) e Quem (Globo). A revista semanal Veja (Abril), que também publicou as fotos, foi além. Em sua edição nº 1895, de 9 de março, a revista traz uma forte crítica sob o título “Operação Abafa”, segundo a qual, os editores de jornais como O Globo, por exemplo, teriam cedido às pressões de jornalistas amigos de Chico e que trabalham para ele como assessores de imprensa, sufocando o escândalo.

Bem, realmente o que é de interesse público não pode e nem deve ser impedido de ser publicado. Mas até que ponto será que o público está mesmo interessado em saber da vida das celebridades? Ainda mais quando se trata de um artista discreto como Chico Buarque, que já faz sucesso há mais de 30 anos e não é um desses que precisam do apoio da mídia para “dar uma forcinha” em sua carreira, como diz Veja. Até que ponto pode-se expor a figura de uma mulher casada, mãe de três filhos, a troco somente de render umas linhazinhas insignificantes de muito pouca repercussão? Veja se enganou primeiro quando disse que este seria um assunto de interesse público e, por isso, os outros veículos haviam traído a confiança de seus leitores ao não publicarem as famigeradas fotografias. A revista enganou-se mais uma vez quando, ao publicar as fotos, expôs a intimidade do compositor e da “bela morena”, como a revista chama a moça.

Indo mais além, encontramos no tal texto em que Veja alega estar defendendo o direito da opinião pública inúmeras passagens de cunho extremamente preconceituosos, como “bela morena” (a moça não tem nome?), “...mesmo sessentões, olhos verdes ainda arrasam corações”; e outras de gosto um tanto duvidoso, digno das revista especializadas em escarafunchar a vida de celebridades: “carinhos fogosos” e “atrás da moita”.

Mas o mais impressionante ainda estava por vir. No último parágrafo da pseudo-aula de jornalismo, Veja ataca: “Prepare-se, leitor, porque o episódio deverá causar entre jornalistas e ombudsmen mais uma daquelas discussões bizantinas sobre se a vida amorosa e familiar de celebridades deve ou não ser noticiada pela imprensa. Se o jornal que você lê concluir que se trata de uma invasão indevida na privacidade alheia, exija que ele cancele todas as colunas sociais e de fofocas. Também não admita que a publicação dê espaço no noticiário para tratar de assuntos como casamentos, namoros e separações. Seja rigoroso na fiscalização – e dê uma espiadinha na concorrência, para saber se Chico Buarque vai mesmo levar uma surra do maridão da bela e jovem morena do Leblon.”

Seria realmente muito bom se os veículos deixassem de publicar fatos e fotos da vida pessoal dos artistas. Afinal, o que interessa ao público: o trabalho ou a vida pessoal? Se você respondeu a vida pessoal é porque já está tão acostumado com o que a imprensa atual nos mete goela abaixo há anos que ainda não reparou que aí há uma inversão de valores. Sejamos mesmo rigorosos na fiscalização como sugeriu a revista, mas vamos nos alimentar de fontes mais saudáveis. De qualquer forma, toda essa discussão nos serviu para enxergarmos mais claramente a porção Contigo! de Veja.



Escrito por Danth às 11h50
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Tudo de Novo

(Daniela Mercury / Marinho Assis)

 

O erro faz sentido

Com motivo pra ser

Você é o motivo

Erraria de novo por você

Amaria de novo

Desejaria pra me arrepender

O tempo vivido vai valer o meu gozo

É o vício desse amor absurdo

Que eu faria tudo de novo pra ter

Na contramão do planeta

Ao contrário da reta

Ficar maduro, com fome então

E assumir ciúme

E amar o mesmo discurso

Não te deixo, oh, não

Hoje, eu sou só vontade

E o meu orgulho não cabe

Meu orgulho não cabe na vontade de ter

E eu faria tudo de novo pra ter...

 


Fragmentos de Separação e Outros Bocados

(Inspirado na canção acima)

 

Mais um erro, mais um momento se foi. Mais uma culpa numa cuca mais pesada. Mais gelo pra curar a ressaca. Mais cachaça pra esconder o medo. Mais degelo na angústia do coração.

- Será que ela volta? Mas pouco me importa...

Quem me mandou fechar a porta: de casa, da mente, do corpo: agora sente? Sente uma tristeza sem fim, sim, te iludir, te trair. Te atrair para a beira do poço. Pobres moços...sem lar, sem luz, sem razão, sem lugar, sem jantar. Descansar? O corpo já não se cansa: vive entre um cômodo e outro. Da velhice à infância. Já previra, já sentira; reconhecera. Agora, vê se não vai fazer nenhuma besteira...como ligar para a mãe, por exemplo...que desalento, que desacerto:

- Que vergonha! Assim, na sua idade, Moacir?! Quem mandou deixar ela sair?”

Mas isso eu já me perguntei, desliguei, cansei, mãe. Cansei de fugir, de fingir, de lutar, de mentir. Eu quero correr, beber, nadar, voar e dançar. Quero menos ter, quero não sofrer, eu quero mais é ser. Quero ser mais um poeta vagabundo, desses que fazem a alegria do mundo.........e de si mesmos.

Agora entendo tudo.

 



Escrito por Danth às 02h56
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Só mais uma coisa sobre o Código que esqueci de dizer ontem. Aliás, vou dizer duas pq uma eu descobri hoje.

O final me incomoda. Não o desenlace da história em si, mas o fato de o autor ter, finalmente, redimido a Igreja Católica e sua prelazia mais ortodoxa, o Opus Dei, de todos os crimes cometidos durante a história. Sinceramente, nesse aspecto esperava muito mais...

A segunda coisa é que descobri que a GNT vai exibir no dia 24 deste mês um documentário chamado "Jesus, Maria e Da Vinci", baseado, é lógico, nas polêmicas levantadas por Dan Brown. Tô colado pra assistir: http://globosat.globo.com/gnt/

Abraços!!!



Escrito por Danth às 12h06
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O Benefício da Dúvida                             

 

Hoje, acabei de ler o tão famoso e comentado “Código da Vinci”, de Dan Brown e lhes digo: gosto da narrativa do livro. Acho que o principal de um romance policial é conseguir prender a atenção do leitor e despertar sua vontade de ler o próximo capítulo e o próximo, e assim sucesivamente; e, quando se vê, já se chegou ao final. Isso ele faz muito bem. (No sábado, eu almocei lendo livro...!!!) Tá, tudo bem, ele pode não ser nenhuma Agatha Cristhie, mas tem seus méritos...

 

Bom, mas na verdade, o que realmente prendeu minha atenção foi o tema em si. E os argumentos muito bem colocados e intrincados. A questão do “feminino”, da energia da mulher, da sua posição no mundo de hoje e a relação com a Igreja Católica. Logo que acabei de ler o livro, entrei na Internet pra pesquisar sobre a tal vida secreta de Jesus, seu casamento com Maria Madalena, a linhagem do Sang Real, e todas as outras informações que o autor diz serem realidades...(ou pelo menos diz que os documentos que, originalmente, trazem estas informações, e que ele cita no texto, são reais). Achei muitos documentos que fazem referência a esta versão. Eu, de minha parte, sinceramente, não tinha ouvido falar dessa vida secreta de Cristo; tampouco li o tal livro “O Santo Graal e a Linhagem Sagrada” que tanto fez sucesso nos anos 80, ou vi “A Última Tentação de Cristo”, de Martin Scorsese. (Essas e muitas outras obras parecem fazer referência ou tratam claramente deste mesmo assunto). Nunca simpatizei muito com a Igreja Católica e com seus dogmas. E, independente do que li corresponder exatamente à verdade, pelo menos, agora, para mim, a história faz um pouco mais de sentido e deixa de parecer tão artificial, como é no mito de Adão e Eva, por exemplo. O natural é que "a mulher é quem dá a vida" ao homem, não o contrário, como acontece no mito. Nele, Eva é reduzida a uma criação feita a partir de uma costela (tanto lugar mais interessante...) do homem e ainda é a responsável pela queda dos dois do Paraíso. Convenhamos...

Por outro lado, eu nunca soube porque, mas sempre simpatizei com Maria Madalena...acho que agora tá explicado...

Já encontrei na Internet váááárias pessoas que, prontamente, colocaram-se a postos para atacar Dan Brown e defender a Igreja (apesar das Inquisições, dos Concílios, da perseguição às “bruxas”, da proibição do uso da camisinha e do casamento entre iguais...isso sem falar do que eles fizeram, particularmente aqui no Brasil quando desembarcaram...). Muita gente diz que a versão que Brown apresenta é completamente fantasiosa, sem embasamento histórico consistente. Eu, sinceramente, não sei. Mas já tô pesquisando. Porque, uma coisa eu lhes digo: ainda que seja mentira, eu prefiro ter o benefício da dúvida. O que não podemos é ficar inertes, ouvindo a história contada somente pelo lado vencedor. E é isso que temos feito há mais de 2 mil anos. É, quem sabe, realmente, não é chegado o Fim dos Tempos...

 

E Viva Madalena!!!                  



Escrito por Danth às 03h25
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O que tá tocando: "You Got It" (Roy Orbison) e "How Deep Is Your Love" (Bee Gees), na versão à capela de Take That.

Escrito por Danth às 17h06
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Mulheres Perfeitas tem final incrível e desenvolvimento fantástico, mas não no bom sentido das palavras...

 

Mulheres Perfeitas, de Frank Oz (mesmo diretor de “Os Picaretas” e “Será Que Ele É?”), conta uma história incrível – no sentido de que não se pode crer - sobre Joanna Eberhart (Nicole Kidman), uma business woman que, para se recuperar de sua depressão após ter sido demitida da presidência de um canal de TV, muda-se para o interior com a família buscando uma vida mais tranqüila. E não é que ela encontra isso em Stepford? Mas assim que chega à cidade, Joanna nota que há algo de estranho, principalmente com as mulheres dali. Logo, ela se vê sozinha tendo que descobrir qual o grande mistério que os moradores daquela cidade tentam esconder. Com um desenvolvimento fantástico – no sentido de irreal – da história, Mulheres Perfeitas peca pelos exageros inverossímeis e mal resolvidos e, principalmente, por desperdiçar um time de atores tão competentes em um filme de final digno das séries enlatadas (ruins) exibidas na década de 80 e 90 na Sessão da Tarde.

 

Vale...

...para ver Nicole Kidman linda como sempre e para ver Mathew Broderick (mais gordo!), o eterno Ferris Buller.



Escrito por Danth às 15h48
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Ficha Técnica
Título Original: The Stepford Wives
Gênero:
 Comédia
Tempo de Duração:
115 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2004
Site Oficial:
www.stepfordwivesmovie.com
Estúdio: Paramount Pictures / DreamWorks SKG / De Line Pictures / Scott Rudin Productions
Distribuição:
Paramount Pictures / DreamWorks Distribution LLC / UIP
Direção:
 Frank Oz
Roteiro: Paul Rudnick, baseado em livro de Ira Levin
Produção:
Donald De Line, Gabriel Grunfeld, Scott Rudin e Edgar J. Scherick
Música: David Arnold
Fotografia: Rob Hahn
Desenho de Produção:
Jackson de Govia
Direção de Arte:
Peter Rogness
Figurino:
Ann Roth
Edição: Jay Rabinowitz
Efeitos Especiais:
Tippett Studio


Elenco
Nicole Kidman (Joanna Eberhart)
Bette Midler (Bobbie Markowitz)
Matthew Broderick (Walter Eberhart)
Christopher Walken (Mike Wellington)
Faith Hill (Sarah Sunderson)
Glenn Close (Sra. Wellington)
Roger Bart (Roger Bannister)
Jon Lovitz (Dave Markowitz)



Escrito por Danth às 15h45
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O que tá tocando: “The Blower’s Daughter”, de Demian Rice, trilha sonora do filme “Closer” (“Perto Demais”).



Escrito por Danth às 19h49
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I Believe in Fairies!!! I Believe in Fairies!!! I Believe in Fairies!!!

 

 

Que Peter Pan e sua Neverland sempre foram uma das mais fabulosas criações da literatura e do cinema, ninguém duvida - Foi inspiração até mesmo para o mais Peter Pan dentre todos nós: Michael Jackson. - Mas ver essa história nascer diante de nós com tanta graça e magia, como é no filme “Em Busca da Terra do Nunca” (“Finding Neverland”), é uma coisa que eu não esperava...de verdade. Uma história linda sobre a ingenuidade, a bondade e sobre o poder da imaginação e da criatividade. Mas, sobretudo, a história de um homem dotado de sensibilidade, que soube viver com dignidade e paixão. Ainda que o filme tenha exagerado nestes aspectos com o intuito de aumentar sua carga dramática, como comentaram alguns críticos, ele não perde sua beleza. Uma ode ao mais puro e ao mais bonito do ser humano. And I'll must go on believing in fairies...

 

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Em tempo: apaixonante a criação de Johnny Depp para Jamies Barris.

 

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Kate Winslet também é muito talentosa!

 

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Admito: chorei horrores durante o filme! (Risos) Comecei a chorar desde a hora que os meninos órfãos chegam ara ocupar os 25 lugares reservados no teatro...



Escrito por Danth às 20h55
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Momento Indignação

Bem, agora um momento desabafo. Contrariando toda esta felicidade que senti ao ver, sozinho, “...Em Busca da Terra...”, hoje presenciei uma das cenas mais tristes que, infelizmente, já vi. Estava eu na fila do Multiplex Iguatemi para comprar o ingresso com apenas um homem acompanhado de uma menininha à minha frente. Estávamos aguardando nossa vez naquele guichê em que se lê bem grande numa placa ao lado: “Atendimento Preferencial a Idosos, Gestantes e Deficientes Físicos”. Ou seja, se você não é nenhum dos três, dirija-se a outro guichê ou seja paciente. Por ser à tarde, além deste guichê, só havia mais um funcionando e a fila nele estava menor, é verdade. Acontece que antes que o homem pudesse chegar ao caixa e comprar os ingressos para ele e, suponho, sua filha, três pessoas diferentes com mais de 65 anos se aproximaram para ter o atendimento especial. Percebi que o homem ficou logo irritado com fato e, antes que o segundo senhor pudesse concluir sua compra, ele invadiu a faixa amarela (de onde se deve aguardar até que seja sua vez) e foi dizendo à operadora do caixa:

--Ô, minha filha, me dê dois ingressos aí: um adulto e uma criança. Ao que a moça, educadamente respondeu:

-- Só um minuto, por favor, senhor. E continuou, acertadamente, atendendo aos idosos.

E não é que o homem começou a gritar?! Feito um insano, ele começou a acusar o tal senhor, a quem ele jamais havia visto na vida, de ter furado a fila. O senhor, visivelmente magoado e injustiçado, respondeu:

-- Eu não furei fila. Não use estes termos comigo.

-- Furou sim, seu safado... Insistia o homem, alterando, cada vez mais, seu tom de voz.

O velho senhor, não acreditando na humilhação que estava sofrendo, apelou apontando para a placa indicativa com as normas preferenciais de atendimento, ao que o homem, sem argumentos plausíveis, retrucou:

-- Essa placa ta só encostada aí. Aqui não é pra você, não. E você só é idoso pra furar fila, pra outras coisas, você não é, né?

Nesse momento, o senhor empurrou o rapaz. Houve um princípio de confusão. Algumas pessoas tentaram acalmar o homem. Outras tentaram segurar o mais velho.

-- Solte ele. Solte esse velho, pra ver o que eu faço com ele. Você não é de nada, seu velho safado! Vai tomar no seu c...

 

“Meu Deus!” Eu pensei...o que está acontecendo aqui? Onde está a segurança desse cinema, do Iguatemi, sei lá, que não intervém logo nessa confusão e tira esse homem daqui para que esse senhor possa, ao menos, se sentir, vitorioso? Essa cara não ta vendo que ele ta errado? Eu pensava enquanto já girava sobre meus calcanhares para procurar um segurança e pedir-lhe que fizesse os eu trabalho. Neste mesmo momento, quanto me virei, três seguranças estavam vindo em direção à confusão... “Ufa”, eu pensei. Mas vocês pensam que eles fizeram algo de efeito? Pois um deles veio de lá sorrindo, como se minimizasse a situação. Pela sua expressão, tenho a certeza de que ele pensava algo do tipo: “ô meu tio, vai pra casa pra dar sossego aqui pra nós”. Felizmente, o homem terminou de dar sue show e foi embora, deixando o velho humilhado diante de todo mundo que assistiu àquela cena...

 

*********************

E a menina que, provavelmente, era mesmo filha daquele brutamontes assistiu a tudo sem dar uma palavrinha...coitada! Espero que ela tenha outras chances na vida e, principalmente, outros exemplos, porque, se não, daqui a 15 anos, eu ou um de vocês aí pode estar na fila de um cinema ou de um banco e ver um princípio de confusão também...rezo pra que não!

 

********************

Tomara que esse cara tenha ido assistir a “Em Busca da Terra do Nunca” e tenha sido tocado pela magia do filme...sempre há tempo para isso.

 

Abraços!!!



Escrito por Danth às 20h53
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Uma música que:

Me faz dançar: “It’s Raining Man”, com The Weather Girls, "Dancing Queen", com o ABBA, ou alguma mais dançante do Maxwell (pra dançar de uma forma especial com uma amiga...hahaha!), também Marvin Gaye ou qualquer funk.
Me deixa pra cima / Me faz sair da deprê: Qualquer uma da Daniela Mercury
Me faz lembrar de um amigo(a): “Canção da América”, de Milton Nascimento
Me faz lembrar de um amor: “Não me deixe Só”, com Vanessa da Mata / “Fico Assim Sem Você”, com Adriana Calcanhoto
Me entristece: “Gente Humilde”, de Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Garoto e Nicanor
Me alegra: “Losing My Religion”, com R.E.M.
É muito sexy: Várias da Sade
Me faz pensar como o amor é: “Só Tinha de Ser Com Você”, de Tom Jobim
Me faz ter vontade de pular de pára-quedas ou dirigir em alta velocidade: “Fly Away”, do Lenny Kravitz
Diz muito sobre mim: “Exagerado”, do Cazuza 
Gostaria de ter escrito: Qualquer uma pra Elis gravar...
Me lembro de ter sido a primeira que cantei: “Domingo no Parque”, de Gilberto Gil

Pra cantar no karaokê: “Bem Que Se Quis”, Marisa Monte
Tocaria no meu casamento: “Tudo O Que Se Quer”, com Verônica Sabino e Emílio Santiago ou “Contigo en La Distancia”, de César Portillo De La Luz
Faz meus amigos lembrarem de mim: “Luisa”, de Tom Jobim
Gostava, mas agora nem tanto: Jota Quest
Não admito que gosto: Alcione
Me faz lembrar minha infância: Qualquer uma do Balão Mágico, principalmente “Se Enamora”, “Quadrinhas e Um Refrão” e “Amigos do Peito”  
Parece com a minha adolescência: “More Than Words”, Extreme  
Muitas pessoas gostam, mas eu não: Qualquer uma do U2
É melhor quando tocada no carro: “A Rainha da Noite / Satisfaction”, com Cássia Eller e Edson Cordeiro
Gosto, e meus pais também: Raul Seixas
Tocou em um dos meus filmes favoritos: “My Girl”, com Marvin Gaye

Me faz lembrar do lugar que vivo (ou gosto): "São Salvador", de Dorival Caymmi 
Me faz querer estar sozinho: "Lascia Che’io Pianga", de Händel

Me faz sorrir: “All Star”, com Cássia Eller e "Can’t Take My Eyes Off Of You", com Lauryn Hill
Me faz ter vontade de chorar: “Atrás da Porta”, com Elis Regina  e "You Got It", cantada por (acreditem) Whoopi Goldeberg no filme “Somente Elas” (“Boys On The Side”)
Não é do meu "tipo", mas eu gosto: Muitas do Bob Marley 
Posso cantar bem: “Ai, que Saudade D’ocê!” (Vital Farias)
Amo, amo, amo: “Luisa”, de Tom Jobim



Escrito por Danth às 19h25
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De amar não se brinca

 

De amar não se brinca

De amar se vive

De amar se pensa

E respira, e voa, e canta

E se encanta

E se enche, e se solta

E volta

Ainda com mais amor

Pois de amar não se duvida

Sem amar o “amor” é...

Amarelo, amarante, amargo

O gosto do beijo e do abraço

E do avião e do pesadelo sem braços abertos ao acordar

E o mundo inteirinho, inteirinho pra se dar

Quando o amor está de volta

Ao coração de quem se menos pensou em amar

De amar não se brinca

De amar só se farta

De amar se vive

De amar se mata

 

Ps: a partir de hoje, vou tentar manter a rotina de sempre colocar a trilha sonora que tá me embalando (e motivando) no momento.

Hoje, escutando: The Way You Look Tonight – Rod Stewart

 

Abraços amorosos a todos!!!

 



Escrito por Danth às 19h08
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